Reproduzo abaixo texto de ROSELY SAYÃO, conhecida psicóloga dos meios educacionas. Não vou dizer que concordo com tudo o que ela diz ou escreve. Mas a respeito e o texto abaixo, gostaria muito de ter escrito. Para registro, quem enviou-me este texto foi meu filho, Tiago, que também como eu está muito preocupado com o direcionamento que se faz do debate do famigerado "Toque de Recolher". Os negritos são observações minhas. Leiam:
"Educação em poder do estado"
"Algumas cidades do interior paulista adotaram o toque de recolher para crianças e adolescentes e outros municípios já estão interessados na medida. Fiquei perplexa quando li a primeira notícia que tratava do assunto, mas logo percebi que há todo um quadro que sustenta essa medida. Em primeiro lugar, já faz tempo que desertamos as ruas das cidades porque perdemos a confiança de que sejam lugares onde se pode ter uma vida boa.
As ruas são consideradas locais inseguros que provocam medo; transformaram-se em depósitos de problemas originados por nossos estilos de vida. Todo o aparato de segurança que usamos - de condomínios fechados a travas de segurança nas portas dos carros - servem para nos colocar fora das ruas. Vivemos em pequenos "quartos de pânico", não parece?
Em segundo lugar, também já faz tempo que nós, adultos, perdemos a mão de como nos postar diante dos adolescentes. Em parte porque eles têm aquilo que mais desejamos, perseguimos e fazemos de conta ter: a juventude. Por isso, passamos a tratá-los como iguais, como se ocupassem lugares simétricos aos nossos.
A questão da educação democrática é um capítulo à parte. Passamos a acreditar que os adolescentes devem ser respeitados em seus direitos sem saber ao certo o que são tais direitos e sem também ensiná-los sobre os deveres correlatos. Sim: cada direito - o de ser respeitado, por exemplo - exige um dever - o de respeitar. Mas isso serviu mesmo a mais uma deserção: de nossa autoridade.
Em nome dessa ideia de educação, sentimo-nos sem o direito de ocupar um lugar legítimo para conter, restringir, coibir ou suspender, mesmo que temporariamente, os quereres impulsivos e impositivos deles. Finalmente, vivemos um período em que, voluntariamente e em nome de causas aparentemente nobres, temos abdicado de nossa autonomia. Vivemos em tempos de terceirizar nossas vidas, lembra-se? E é isso que abre espaço para a entrada do estado. Basta enumerar, como exemplo, quantos decretos proibitivos que envolvem a vida social já foram editados.
Voltemos ao toque de recolher. Muitos pais são favoráveis à medida. Imagino que seja mais fácil, para eles, segurar o filho em casa pela força do estado do que pela própria autoridade. Mas é bom lembrar que essa medida restringe a liberdade de escolha dos pais de como educar seus filhos.
Em relação aos jovens, diretamente atingidos, a medida é preconceituosa. Afinal, qual a porcentagem de adolescentes nas ruas que comete delitos, envolve-se em confusão ou entra em contato com drogas, por exemplo? E a dos que não fazem nada disso? E a dos que fazem tudo isso dentro de casa? Mais uma vez, optamos por demonizar a juventude e retirá-la de cena.
Cada vez mais, permitimos - e queremos - a intervenção do estado em nossas vidas. Parece mesmo que buscamos nele um pai que as governe. Quem precisa de pai e de mãe são as crianças e os jovens. Que sejam eles a governar a vida dos filhos, e não o estado, a polícia etc."
Neste final de semana, o pior dos resumos que podemos fazer das notícias é a ligação da tragédia ocorrida com as nossas duas jovens à necessidade do toque de recolher. Pior: buscar um culpado, quando todos somos culpados. Evidente que a cidade está em sentimento de dor e de comoção pela tragédia, abominável no seio de qualquer sociedade. Mas está muito fácil para todos e cada um de nós, transferir as responsabilidades. Não resta nenhuma dúvida que a tragédia em si é fruto de muito do que Rosely Sayão diz em seu artigo. Existe um silêncio que machuca entre as gerações. Parece que uma geração resolveu deixar a outra a margem de sua própria sorte. E quando os efeitos disso aparecem, a culpa é do estado, é da prefeitura, é do prefeito, é da polícia... é de todo mundo, menos dessa opção que a cada dia mais se consolida em nosso meio de fechamento em nós mesmos, de transferência de responsabilidades.
Evidente que a cada um o seu papel: o estado precisa melhorar e muito sua política de segurança; a prefeitura precisa agir com mais consistência em determinadas regiões; mas a família (tenha ela o desenho que tiver) precisa assumir seu papel de educadora.
Enfim, é um debate profundo que exigiria muitos outros argumentos e outras análises. No momento o que me preocupa é o uso dessa tragédia para fortalecer a falta de liberdade e a omissão de muitos responsáveis em seu papel de construir os caminhos de seus jovens.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Exageros Que Não Cabem
Conversando hoje com nosso vice prefeito, me falava da manifestação ocorrida ontem em frente à nossa prefeitura. Cerca de 20 pessoas, todas ligadas aos sindicatos da cidade, sob o pretexto de uma manifestação contra o aumento da taxa de água, acabaram extrapolando os limites do bom senso e do respeito.
Adjetivos rasteiros e provocações mesquinhas foram registradas de pessoas que tem todos os mecanismos para falar com a estrutura diretiva da prefeitura a hora que quiserem.
As manifestações são salutares, entretanto quando ultrapassam os limites do respeito às pessoas, são difíceis de aceitar. E não é alguém que não conhece manifestações quem está escrevendo. Já fiz, coordenei e participei de muitas. Entretanto, o respeito é uma exigência que em qualquer lugar se coloca.
O mais engraçado, falando especificamente sobre a educação, é que antigos companheiros (enganei-me?) usaram e abusaram das críticas e nunca sequer sentaram-se para uma discussão acerca do que "não está funcionando".
Parece que alguns dirigentes, talvez saudosistas ou mesmo remanescentes do que chamávamos de "esquerda radical", procuram espaço na conjuntura política local para se firmarem como "líderes". Ou mesmo estão "empolgados" por terem em suas fileiras um vereador que, eleito pelo movimento de renovação carismática católica, faz parte da direção de um dos sindicatos saltenses. Certamente terão que aprender muito ainda, principalmente a respeitar as pessoas, já que nada na vida substitui os relacionamentos.
Não estou aqui querendo dizer que não mais acredito nas manifestações. Não só acredito como dentro da educação muitos canais para as pessoas se manifestarem foram criados. O que não concebo é desrespeitar quem nunca fez oposição ao diálogo, à conversa. Mesmo que o tivesse feito, as pessoas não podem ser desrespeitadas. Nenhuma.
O efeito da manifestação? Só o tempo nos mostrará.
A falta de respeito? Certamente marcou e muito precisará ser feito para apagá-la.
Adjetivos rasteiros e provocações mesquinhas foram registradas de pessoas que tem todos os mecanismos para falar com a estrutura diretiva da prefeitura a hora que quiserem.
As manifestações são salutares, entretanto quando ultrapassam os limites do respeito às pessoas, são difíceis de aceitar. E não é alguém que não conhece manifestações quem está escrevendo. Já fiz, coordenei e participei de muitas. Entretanto, o respeito é uma exigência que em qualquer lugar se coloca.
O mais engraçado, falando especificamente sobre a educação, é que antigos companheiros (enganei-me?) usaram e abusaram das críticas e nunca sequer sentaram-se para uma discussão acerca do que "não está funcionando".
Parece que alguns dirigentes, talvez saudosistas ou mesmo remanescentes do que chamávamos de "esquerda radical", procuram espaço na conjuntura política local para se firmarem como "líderes". Ou mesmo estão "empolgados" por terem em suas fileiras um vereador que, eleito pelo movimento de renovação carismática católica, faz parte da direção de um dos sindicatos saltenses. Certamente terão que aprender muito ainda, principalmente a respeitar as pessoas, já que nada na vida substitui os relacionamentos.
Não estou aqui querendo dizer que não mais acredito nas manifestações. Não só acredito como dentro da educação muitos canais para as pessoas se manifestarem foram criados. O que não concebo é desrespeitar quem nunca fez oposição ao diálogo, à conversa. Mesmo que o tivesse feito, as pessoas não podem ser desrespeitadas. Nenhuma.
O efeito da manifestação? Só o tempo nos mostrará.
A falta de respeito? Certamente marcou e muito precisará ser feito para apagá-la.
Reunião Interessante
Ontem o dia foi muito corrido. Sequer consegui postar mensagens no blog. Mas foi muito produtivo.
À noite estive juntamente com o Juvenil, nosso vice prefeito, na comunidade do Jd. Celani II, para uma reunião onde os moradores reivindicaram basicamente duas coisas: a solução para o transporte que teve uma grande alteração recentemente e a construção de escolas no bairro.
A primeira questão é realmente muito complexa e exigirá conversas com a empresa que detêm a concessão. Juvenil prontificou-se a coordenar essa conversa a partir das maiores necessidades da região.
A segunda diz respeito a construir na região um prédio escolar para as crianças pequenas, pois estas estão pulverizadas em várias escolas e por conta do problema do transporte gera muitos transtornos para as mães. Dois encaminhamentos foram dados: o primeiro foi o compromisso de fazer-se um levantamento das crianças que estão em escolas municipais e tentar agrupá-las em duas ou três escolas para em seguida conseguir ônibus que faça o percurso nos horários escolares. O segundo, foi no sentido de avaliar o terreno público institucional que existe no bairro para verificar se comporta uma escola e de que tipo. Esse terreno é no fundo do bairro e cercado de casas. Tanto que muitos moradores já fazem uso dele por justamente estar nos fundos de várias casas. Além disso, é cortado por um córrego e tubulações de esgoto. Um estudo detalhado precisará ser feito para avaliar as possibilidades.
O mais complicado é que além desse terreno não existem terrenos institucionais nos bairros circunvizinhos. Os que existem são destinados a áreas de lazer ou mesmo áreas verdes. Infelizmente é uma região que os loteamentos foram aprovados quando pouca ou nenhuma importância se dava às áreas institucionais, onde escolas e outros aparelhos sociais podem ser construídos. Como não existia tal preocupação, os terrenos disponibilizados eram os piores dos loteamentos.
Apesar das dificuldades, a reunião encontrou possibilidades que não só agradaram os moradores, como também criaram tarefas para todos lá presentes.
À noite estive juntamente com o Juvenil, nosso vice prefeito, na comunidade do Jd. Celani II, para uma reunião onde os moradores reivindicaram basicamente duas coisas: a solução para o transporte que teve uma grande alteração recentemente e a construção de escolas no bairro.
A primeira questão é realmente muito complexa e exigirá conversas com a empresa que detêm a concessão. Juvenil prontificou-se a coordenar essa conversa a partir das maiores necessidades da região.
A segunda diz respeito a construir na região um prédio escolar para as crianças pequenas, pois estas estão pulverizadas em várias escolas e por conta do problema do transporte gera muitos transtornos para as mães. Dois encaminhamentos foram dados: o primeiro foi o compromisso de fazer-se um levantamento das crianças que estão em escolas municipais e tentar agrupá-las em duas ou três escolas para em seguida conseguir ônibus que faça o percurso nos horários escolares. O segundo, foi no sentido de avaliar o terreno público institucional que existe no bairro para verificar se comporta uma escola e de que tipo. Esse terreno é no fundo do bairro e cercado de casas. Tanto que muitos moradores já fazem uso dele por justamente estar nos fundos de várias casas. Além disso, é cortado por um córrego e tubulações de esgoto. Um estudo detalhado precisará ser feito para avaliar as possibilidades.
O mais complicado é que além desse terreno não existem terrenos institucionais nos bairros circunvizinhos. Os que existem são destinados a áreas de lazer ou mesmo áreas verdes. Infelizmente é uma região que os loteamentos foram aprovados quando pouca ou nenhuma importância se dava às áreas institucionais, onde escolas e outros aparelhos sociais podem ser construídos. Como não existia tal preocupação, os terrenos disponibilizados eram os piores dos loteamentos.
Apesar das dificuldades, a reunião encontrou possibilidades que não só agradaram os moradores, como também criaram tarefas para todos lá presentes.
Um Dia Duplamente Especial
Hoje, dia 05, é duplamente especial:
Primeiro, porque faz três anos e sete meses que estou com Ismenia. Só isso já faz o dia muito importante por tudo o que esse tempo representa de construção, entrega e paixão. Viver esse tempo sem dúvida foi muito bom. E todos os outros dias que vierem certamente serão ainda melhores em amor e unidade.
Segundo, porque por conta do primeiro, hoje finalmente consegui oficializar a compra de uma casa para nós dois. Brevemente Sorocaba sentirá saudades de sua melhor bailarina.....rs... Agora só falta o financiamento do restante do valor da casa para ter as chaves e poder mudar. Para quem conhece Salto a casa fica no Jd. Santo Antonio, na rua Carlos Gomes.
Esses fatos merecem destaque pois para mim são muito importantes e caros.
Primeiro, porque faz três anos e sete meses que estou com Ismenia. Só isso já faz o dia muito importante por tudo o que esse tempo representa de construção, entrega e paixão. Viver esse tempo sem dúvida foi muito bom. E todos os outros dias que vierem certamente serão ainda melhores em amor e unidade.
Segundo, porque por conta do primeiro, hoje finalmente consegui oficializar a compra de uma casa para nós dois. Brevemente Sorocaba sentirá saudades de sua melhor bailarina.....rs... Agora só falta o financiamento do restante do valor da casa para ter as chaves e poder mudar. Para quem conhece Salto a casa fica no Jd. Santo Antonio, na rua Carlos Gomes.
Esses fatos merecem destaque pois para mim são muito importantes e caros.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A Grande Imprensa
Cada dia mais fica evidente o esforço coletivo da grande imprensa em não só minimizar os efeitos do atual governo na política e na economia nacional, como também em distorcer, esconder e omitir fatos. Este blog que é bastante modesto já apontou alguns casos nessa linha. Blogs mais estruturados fazem isso todos os dias com inúmeros fatos.
Hoje queria mostrar um deles, no site do Luis Nassif, que faço questão de acompanhar porque ninguém pode dizer que seja ele um petista de carteirinha como outros blogueiros que acompanho. Não só por isso, mas também porque sua página tem infinitas informações que não ficam só no fato em si, mas se preocupam com a análise plural, já que muitas opiniões ali são observadas. Sobre o comportamento da grande imprensa, observem as contradições de alguns veículos de comunicação em relação ao PAC - Programa de Aceleração do Crescimento.
Ainda no campo das manipulações, vale destacar uma nota da Petrobrás sobre editorial do jornal O Globo, do Rio de Janeiro. No editorial, segundo a Petrobrás, o jornal se utiliza da "liberdade de imprensa" para manipular dados e informações com o claro objetivo de denegrir a empresa. Confiram.
Façam suas análises e tenham suas conclusões. E procure ler mais sobre esse fenômeno, que recentemente quase derrubou um governo na América Latina.
Hoje queria mostrar um deles, no site do Luis Nassif, que faço questão de acompanhar porque ninguém pode dizer que seja ele um petista de carteirinha como outros blogueiros que acompanho. Não só por isso, mas também porque sua página tem infinitas informações que não ficam só no fato em si, mas se preocupam com a análise plural, já que muitas opiniões ali são observadas. Sobre o comportamento da grande imprensa, observem as contradições de alguns veículos de comunicação em relação ao PAC - Programa de Aceleração do Crescimento.
Ainda no campo das manipulações, vale destacar uma nota da Petrobrás sobre editorial do jornal O Globo, do Rio de Janeiro. No editorial, segundo a Petrobrás, o jornal se utiliza da "liberdade de imprensa" para manipular dados e informações com o claro objetivo de denegrir a empresa. Confiram.
Façam suas análises e tenham suas conclusões. E procure ler mais sobre esse fenômeno, que recentemente quase derrubou um governo na América Latina.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Merenda Escolar
Hoje de manhã estivemos no CEMUS VIII (Jd. Nova Era) juntamente com o Prefeito Geraldo Garcia. Ele quis conhecer como se dá um intervalo escolar e como as crianças se portam frente a merenda. Comemos a merenda junto com as crianças (muitas), e como já sabia um alimento bom, saudável e apetitoso. Hoje foi servido macarrão com frango. Geraldo não só saboreou a merenda, como também pode ver que as crianças gostam do que lhes é servido.
Além disso o carinho e a vontade de querer falar com o prefeito por parte das crianças é uma coisa que contagia qualquer pessoa. Depois de muitos autógrafos (em papel, caderno, mãos....), abraços e beijos, o prefeito e a equipe conversaram um pouco com os professores daquela unidade (os que estavam em intervalo no período da manhã). Geraldo manifestou seu objetivo de mostrar mais para o servidor o que vem a ser a estrutura de decisão da prefeitura - como funciona, seus limites, dificuldades, etc... - ação que já leva a efeito nas integrações dos novos funcionários. Saimos com um indicativo da possibilidade de o prefeito participar de nossos HTCs - Horários de Trabalhos Coletivos - que acontecem semanalmente em todas as unidades.
Também, numa conversa com um grupo menor, discutiu-se as várias facetas da merenda: por que não são todas as crianças que consomem; quais alternativas possíveis no verão; como entender a merenda como complemento alimentar; como entender as diferentes culturas alimentares das famílias e perceber como isso afeta o consumo ou não da merennda. Enfim, muitas questões que suscitaram uma provável pesquisa qualitativa que a secretaria venha a fazer.
Uma manhã diferente, certamente.
Além disso o carinho e a vontade de querer falar com o prefeito por parte das crianças é uma coisa que contagia qualquer pessoa. Depois de muitos autógrafos (em papel, caderno, mãos....), abraços e beijos, o prefeito e a equipe conversaram um pouco com os professores daquela unidade (os que estavam em intervalo no período da manhã). Geraldo manifestou seu objetivo de mostrar mais para o servidor o que vem a ser a estrutura de decisão da prefeitura - como funciona, seus limites, dificuldades, etc... - ação que já leva a efeito nas integrações dos novos funcionários. Saimos com um indicativo da possibilidade de o prefeito participar de nossos HTCs - Horários de Trabalhos Coletivos - que acontecem semanalmente em todas as unidades.
Também, numa conversa com um grupo menor, discutiu-se as várias facetas da merenda: por que não são todas as crianças que consomem; quais alternativas possíveis no verão; como entender a merenda como complemento alimentar; como entender as diferentes culturas alimentares das famílias e perceber como isso afeta o consumo ou não da merennda. Enfim, muitas questões que suscitaram uma provável pesquisa qualitativa que a secretaria venha a fazer.
Uma manhã diferente, certamente.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Nossa Imprensa
Final de semana, as pessoas que gostam de informação em nossa terrinha buscam pelos nossos periódicos semanais. Como quase sempre passo o final de semana em Sorocaba (por pouco tempo, acho...) vejo os jornais na segunda-feira.
A tensão entre dois dos jornais parece ter chegado ao fim nesta semana. Pelo menos só um deles insistiu em continuar falando do assunto das concessões, inclusive em editorial chamando nosso prefeito a se posicionar já que, segundo o editorial, nosso prefeito teria dito que no seu mandato acertaria todas as irregularidades. O interessante é que o editorial é do jornal que tem como um dos proprietários o que levantou a questão da ilegalidade do Estádio Municipal e iniciou toda a sequencia de fatos até agora ocorridos. Aparentemente, procura todas as semanas se justificar, colocando-se como um cidadão que usou de seus direitos. Sim e concordo. Mas acho que já deu para entender. Não precisa mais repetir.
A maior das polêmicas certamente fica por conta da queda bruta do orçamento de nossa prefeitura, anunciada na semana passada pela nossa Secretária da Fazenda, a Mara. A queda prevista pode chegar a 30 milhões de reais, o que já provoca internamente uma série de ações para contenção e um melhor planejamento dos gastos da prefeitura.
Uma decisão certamente polêmica (teremos favoráveis e contrários) foi a suspensão da Festa Italo Saltense, que já tinha uma tradição bastante forte na cidade.
Ainda no campo das polêmicas, pode-se citar a postura de nossos vereadores que parecem enfurecidos (principalmente dois deles) com tudo ou quase tudo o que acontece na cidade. A questão do aumento da tarifa de água ainda é a grande palha para se tentar criar uma fogueira. Nesse assunto, quero destacar um trecho de manifestação destacada em um de nossos jornais, de um morador da cidade: "... quero agradecer ao prefeito Geraldo Garcia sobre a conta de água, pois ele fez a coisa mais certa até hoje: quem gasta menos paga menos e quem gasta mais, paga mais. Quer dizer, cobra mais caro para quem consome mais. Nada mais justo do que fazer isso, sem prejudicar aos pobres que gastam só o mínimo." Completa dizendo que pagava $ 10,00 de água e $ 5,40 de esgoto, num total de $ 15,40. Com o aumento passou a pagar $ 17,47. E conclui dizendo: "É a água mais barata da região!".
Parece que os vereadores precisariam ouvir um pouco mais essas pessoas e contribuir nesta semana do meio ambiente para conscientizar a população da real necessidade que todos nós temos de economizar água, pois muito diferente do que todos podem até pensar, ela é um bem finito. E uma das melhores equações diante do "aumento" da água é justamente essa: economizar para pagar menos e preservar nossos mananciais.
A tensão entre dois dos jornais parece ter chegado ao fim nesta semana. Pelo menos só um deles insistiu em continuar falando do assunto das concessões, inclusive em editorial chamando nosso prefeito a se posicionar já que, segundo o editorial, nosso prefeito teria dito que no seu mandato acertaria todas as irregularidades. O interessante é que o editorial é do jornal que tem como um dos proprietários o que levantou a questão da ilegalidade do Estádio Municipal e iniciou toda a sequencia de fatos até agora ocorridos. Aparentemente, procura todas as semanas se justificar, colocando-se como um cidadão que usou de seus direitos. Sim e concordo. Mas acho que já deu para entender. Não precisa mais repetir.
A maior das polêmicas certamente fica por conta da queda bruta do orçamento de nossa prefeitura, anunciada na semana passada pela nossa Secretária da Fazenda, a Mara. A queda prevista pode chegar a 30 milhões de reais, o que já provoca internamente uma série de ações para contenção e um melhor planejamento dos gastos da prefeitura.
Uma decisão certamente polêmica (teremos favoráveis e contrários) foi a suspensão da Festa Italo Saltense, que já tinha uma tradição bastante forte na cidade.
Ainda no campo das polêmicas, pode-se citar a postura de nossos vereadores que parecem enfurecidos (principalmente dois deles) com tudo ou quase tudo o que acontece na cidade. A questão do aumento da tarifa de água ainda é a grande palha para se tentar criar uma fogueira. Nesse assunto, quero destacar um trecho de manifestação destacada em um de nossos jornais, de um morador da cidade: "... quero agradecer ao prefeito Geraldo Garcia sobre a conta de água, pois ele fez a coisa mais certa até hoje: quem gasta menos paga menos e quem gasta mais, paga mais. Quer dizer, cobra mais caro para quem consome mais. Nada mais justo do que fazer isso, sem prejudicar aos pobres que gastam só o mínimo." Completa dizendo que pagava $ 10,00 de água e $ 5,40 de esgoto, num total de $ 15,40. Com o aumento passou a pagar $ 17,47. E conclui dizendo: "É a água mais barata da região!".
Parece que os vereadores precisariam ouvir um pouco mais essas pessoas e contribuir nesta semana do meio ambiente para conscientizar a população da real necessidade que todos nós temos de economizar água, pois muito diferente do que todos podem até pensar, ela é um bem finito. E uma das melhores equações diante do "aumento" da água é justamente essa: economizar para pagar menos e preservar nossos mananciais.
Memória sempre bem vinda
Um dos participantes do blog do Luis Nassif fez uma coletânea das profecias feitas sobre o governo Lula.
Muito interessante observar o que já foi falado e o que realmente aconteceu. Por isso que previsões sempre são perigosas..... Confira.
Muito interessante observar o que já foi falado e o que realmente aconteceu. Por isso que previsões sempre são perigosas..... Confira.
Alimentos na escola
Enquanto por aqui fazemos um esforço enorme para garantir alimento de boa qualidade para nossas crianças, impedindo inclusive a instalação de cantinas nas escolas, na rede estadual uma tentativa de educação alimentar via legislação foi barrada pelo nosso governador.
Acompanhem pelo blog do Luis Nassif.
Acompanhem pelo blog do Luis Nassif.
Subindo......
Nova pesquisa da CNT/Sensus (a de número 97) foi divulgada e Lula tem seus índices em alta depois de março.
A avaliação do governo foi de 69,8% de positiva contra 62,4% de março. A negativa em março era de 7,6%. Agora caiu para 5,8%.
O desempenho pessoal do presidente subiu de 76,2% para 81,5% de aprovação, contra 15,7% de desaprovação na atual e 19,9% na de março. Parece que o homem é imbatível.
A mesma pesquisa fez alguns testes para as eleições de 2010.
Se Lula fosse candidato, adivinha quem ganhava? Lula - 26,2% e Serra 5,7%.
Mas o interessante é o quadro mais real quando se defrontam Serra e Dilma, entre outros. Temos, Serra com 40,4% e Dilma com 23,5%. Em março Serra tinha 45,7% e Dilma 16,3%.
É certo que em política transferir votos é uma coisa muito difícil, mas....
Também sempre foi certo em política que nenhum presidente ficou por tanto tempo com uma aprovação tão alta como Lula.... Mudanças não param de acontecer em nosso país.....
A avaliação do governo foi de 69,8% de positiva contra 62,4% de março. A negativa em março era de 7,6%. Agora caiu para 5,8%.
O desempenho pessoal do presidente subiu de 76,2% para 81,5% de aprovação, contra 15,7% de desaprovação na atual e 19,9% na de março. Parece que o homem é imbatível.
A mesma pesquisa fez alguns testes para as eleições de 2010.
Se Lula fosse candidato, adivinha quem ganhava? Lula - 26,2% e Serra 5,7%.
Mas o interessante é o quadro mais real quando se defrontam Serra e Dilma, entre outros. Temos, Serra com 40,4% e Dilma com 23,5%. Em março Serra tinha 45,7% e Dilma 16,3%.
É certo que em política transferir votos é uma coisa muito difícil, mas....
Também sempre foi certo em política que nenhum presidente ficou por tanto tempo com uma aprovação tão alta como Lula.... Mudanças não param de acontecer em nosso país.....
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